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quinta-feira, 24 de abril de 2014

O nascimento de Helena



39 semanas e um dia. Foi o tempo de gestação da pequena Helena. Nasceu numa quinta-feira, 06 de fevereiro de 2014, em um dos verões mais quentes da nossa história.
Foi como devia ser. Como nós achamos que seria melhor pra nossa família. Na segunda que antecedeu o parto, deixamos acertado com a médica. Se não entrasse em TP até quinta, faríamos o parto naquela noite. Ali eu sabia que seria então esse o dia do nascimento da pequena. Um misto de medo e ansiedade tomou conta de mim, que só sabia chorar. Decepção por marcar a hora, justo eu que sempre condenei a prática. Mas o fato é que seria o melhor. Não estava nas melhores condições. Nem físicas e nem psicológicas. Fato que ficou claro na consulta de segunda que durou quase uma hora e dona doutora não sabia mais o que fazer para que eu parasse de chorar. Enfim. Poucas pessoas souberam do que ia acontecer. 
Um medo enorme chamado Pedro Lucas me assombrava. Pensei e repensei nas estratégias para que ele se sentisse o menos "abandonado" possível. O levei na escola normalmente, dirigindo como todos os dias, e depois fui arrumar o que ainda estava pendente. Vovó o pegaria na escola, daria banho, janta e depois iria para o hospital. Eu fazia questão que ele estivesse por perto. 
Marido chegou e rumamos para o hospital no final da tarde.
Eu estava tensa. Queria que acabasse logo e me culpava por isso. Quando desci (ou subi, juro que não sei) para o centro cirúrgico, marido foi se paramentar e fui para uma sala de pré-parto. Enfermeira ofereceu ligar a TV. Eu recusei. Foi a melhor escolha que fiz. Ali, no silêncio do CC, eu senti a paz que tanto procurava. Era um silêncio acolhedor. Pra mim, foi o bálsamo que precisava pra me tranquilizar. Eu iria entrar em uma nova cesárea e ia sair bem e saudável pra cuidar dos meus dois filhos. Era certo. O medo caia por terra. Era isso que bastava, e todo o resto virou, efetivamente, resto.
Marido entrou. Logo, o médico auxiliar veio se apresentar. Trocamos umas palavras e ele se foi. Veio a enfermeira e lá fomos nós.
O curioso de se passar por um procedimento cirúrgico pela segunda vez, é que da primeira você não sabe direito o que vai acontecer, e não encana tanto. Na segunda, você acha que tudo vai dar errado, e entra em pane. Loucura total. 
E assim, às 20:29h Helena chegou neste mundo. 46 cm e 3.135 kg. Fofa, linda e forte! 
Depois da recuperação, fui levada de volta ao quarto, onde logo chegaram mamãe, marido e Pedro Lucas. Eufórico, correndo, meio assustado com tanta novidade, ele me olhou com curiosidade, conversamos sobre a chegada da Heleninha, e eu vi que tinha feito o melhor pelos meus pequenos. Pedro esteve nos bastidores o tempo todo. Viu a irmã assim que ela desceu para o berçário, viu o banho, me viu logo após o parto, viu onde a mamãe estava e foi embora tranquilo. Dormiria sozinho com o papai naquela noite. Meu coração estava em paz.Vovó dormiu comigo e Helena ficou conosco a noite toda. 
Na sexta-feira algumas coisas saíram do controle. Não conosco. Mas tivemos uma morte na família e marido precisou viajar. Infelizmente uma das bisas de Helena não conseguiu conhecê-la. 
A viagem dele desestruturou nosso esquema para o bem-estar do PL. Mas improvisamos bem, e com ajuda de minha irmã e mãe, tudo deu certo. 
Domingo de manhã estávamos indo pra casa. Dessa vez com a família completa.
Todo o medo, angústia, e preocupação deram espaço à gratidão a Deus por tudo que ele nos deu. 
Tudo o que eu não planejei, mas aconteceu. Muita coisa saiu do curso normal, coisas que eu não queria relatar. Tentei várias vezes escrever sobre o nascimento de Helena e depois desisti. Porque queria só escrever coisas boas. Mas depois entendi. Não adianta tentar descrever uma cena de cinema. Porque não foi assim. A vida real não é um comercial de margarina, infelizmente.
 Mas é assim., com altos, baixos, imprevistos e tal. Mas foi lindo. Da maneira como tinha de ser.
E hoje, vendo um bebê tão saudável e feliz em casa, voltei a ter certeza das minhas escolhas e me lembrei de algo muito legal que ouvi na época em que Pedro nasceu: o nascimento é só o portal da vida. Ali é o ponto de partida. Apenas a partida. Sou agora responsável por todo o percurso que minha filha vai percorrer. E vou fazer com que seja o melhor possível.
Bem-vinda, filha!
Não te garanto somente momentos bons, porque não tenho total controle sobre isso. Mas garanto meu colo e meu abraço sempre que a vida lhe machucar!


sábado, 2 de novembro de 2013

Da série medos da gravidez: De não dar conta de ensinar outra vez.

Daí que ontem foi um dia bastante cansativo. Afazeres mil, bebê sem escolinha e trabalhado na voltagem máxima. Escândalos e choro o dia todo. Dele e meu. 
Cansei. Descompensei. Surtei. Fiquei pensando que fiz tudo errado no caminho da maternidade. Que dedicação exclusiva é coisa de amélia. Que eu preciso sim, da minha vida particular de volta. Que fui burra de não voltar quando tive oportunidade. E mais burra ainda por deixar outra gravidez acontecer. Que não era o momento. E no meio da exaustão, fiquei com medo. 
Medo de não dar conta de um novo bebê. De não ter paciência de ensinar tudo de novo. De fazer brincadeiras, de amamentar, de dar amor. Medo de não ter paciência pra repetir a dose em tão pouco tempo. Ensinar a se alimentar bem, nadando contra a corrente? Conseguirei ser forte de novo? Ensinar a andar, acompanhar, amar sem limites, proteger, dar atenção (agora dividida por dois) da maneira certa? Tantas dúvidas. Uma certeza apenas. A de que esse dia vai chegar. O dia em que Helena estará nas minhas mãos. E cansada ou não, terei que dar conta. 
Do fundo da minha alma, que Deus me ajude. Que me dê paciência e vontade. Não é medo de não amar. É medo de estar cansada demais pra cuidar como deveria. 
Acho uó do borogodó essas "mãezinhas" do Facebook espalhando compartilhamentos de frases de efeito, tipo: "Ser mãe de 5 é oitava maravilha do mundo!". O dia todo fotinhos com frases bestas. Que você sabe que não é bem assim. Que a pessoa em questão não é lá tão perfeita e nem tão feliz. Que a vida dela não é esse mar de rosas todo. Aliás, que vida é? Viver já implica riscos e dias bons e dias ruins. E ninguém é tão altruísta pra somente ver o lado bom. Essas coisas me enjoam. O mesmo vale para as mães do parquinho, todas mega felizes em ficar lá, vendo a vida passar e suas crias mimadas e egoístas arrumarem confusão por conta de brinquedo. 
O fato é que estou cansada, com medo e sozinha. Muita mudança na minha pobre vida. Me sinto sobrecarregada. Como se gritasse e ninguém pudesse me ouvir. Sabe pesadelo? Bem assim. Você grita e a voz não sai. 
Que o Senhor me capacite! É o que peço. Por hoje, é só!  

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Quando o que eu mais queria...

...Era provar pra todo mundo, que eu não precisava provar nada pra ninguém.

Com esse trecho da velha canção, Renato Russo talvez tenha descrito grande parte do momento em que estou vivendo. 
Se tem uma coisa que eu abomino, essa coisa é pensar que meu nome é assunto na boca do povo. Não sei lidar com isso. Sempre procurei manter minha privacidade em muitos casos pra não ver que o assunto do momento era eu. 
E a notícia de uma gravidez, inevitavelmente te coloca no olho do furacão. Fato. E gravidez, quando se tem um bebê que ainda vai fazer 2 anos, mais bafo ainda. Comentários e palpites brotam do nada. Todo mundo tem algo pra dizer. Ou um conselho pra dar. Coisa que eu também abomino. 
Então eu me fechei. Descoberta a gravidez, passei a agir feito menina de 15 anos que precisa esconder a gravidez dos pais. Roupas discretas que não marcassem a barriga, ainda que a barriga nem existisse. E assim foi por semanas. Começou um sonha-sonha na igreja. Fulana sonhou que você tava grávida. Beltrana sonhou que você tinha um bebê novo. Olhando com os olhos da fé, era como se Deus dissesse: "Não tenha vergonha do que EU te dei".
Mas o processo de aceitação foi e ainda é um caminho a se seguir. Deixar de me importar com os comentários alheios, saber levantar a cabeça e deixar pra lá, afinal, quem vai parir sou eu, quem vai ficar sem dormir por uns 5 anos seguidos (somados os que já fiquei com Pedro), sou eu.
Então agora, com 12 semanas completas, um ultrassom morfológico e uma certeza de que está tudo bem e saudável, comecei deixar a notícia vazar. Domingo pela primeira vez usei um vestido que evidenciava a barriga que começa a aparecer. 
E as coisas vão acontecendo naturalmente. No Facebook, a rede onde estão os amigos mais próximos e familiares, ainda nem dei a notícia. Não achei disposição pra isso ainda.
Acho que a questão é exorcizar os fantasmas que moram dentro de mim, e não nas pessoas. Porque no fundo, o que importa mesmo é a minha família. É marido e filho estarem bem. É ver Pedro Lucas beijar a barriga da mamãe, ainda que ele não tenha a menor ideia de porque nós o ensinamos a fazer isso. 
Fora que né, linguarudinho como ele está, não demora pra começar a propagandear a gravidez da mamãe. Ele até o fez, mas não conseguiu se expressar direito. O tio dele conversava com ele e perguntou: "Cadê o barrigão do nenê?" Ele olha e não pensa duas vezes. Caminha até perto de mim e dá um tapinha na minha barriga: - "Ati ó!!!" 

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

A segunda vez é sempre diferente.

Era uma segunda-feira. Embora eu não acreditasse na possibilidade, a dúvida pairava já há alguns dias. E logo ali, na terça, eu teria uma reunião que mudaria minha vida. Um emprego nos moldes que eu buscava finalmente havia aparecido. Já havia passado por  testes e entrevistas. Tava tudo dando certo.

Então, buscamos bebê na escolinha  e resolvemos acabar com a dúvida. Um xixi no palito, uma rápida olhada, e deixa o treco agir. Em alguns minutos, ali estava. Positivo. Entre um sorriso bobo e outro amarelo, nos entreolhamos, marido e eu e me sentei. O momento pedia. Pedro brincava ao lado, alheio a tudo que acontecia. Mas naquele momento nossas vidas mudavam pra sempre.

Um novo bebê. Nada planejado, nem idealizado nesse momento. O mesmo frio na barriga do primeiro positivo. A diferença é uma ficha que demora a cair.

Até agora não sei exatamente descrever a sensação que tive naquele momento. Desconstrução, talvez. E a lembrança de que acima da nossa vontade, estão os planos de Deus.

A reunião de terça foi cancelada. O emprego que eu tinha conseguido teve que ser descartado.

E agora? Agora a gente senta e pensa na vida. Pensa que tudo vai mudar. Que teremos dois bebês. Que serão criados juntos. O que vai ser dessa história? Só os próximos capítulos podem dizer. Talvez eu enlouqueça e vire a louca dos dinossauros, tal qual aquele episódio do Chapolim. (Aliás, mãe de dois e maturidade latente, lembrando-se do Chapolim numa hora dessas). Talvez eu dê conta. É bem provável que assim como nasceu a “mãe do Pedro Lucas”, feroz, dedicada, ciumenta e determinada, nasça a “mãe do Pedro e do (a) fulaninho (a). Igualmente cheia de adjetivos tão próprios de uma mãe.

E assim aconteceu o segundinho. O apressadinho que resolveu chegar dois anos antes dos meus planos.  Que veio sem tentativas, sem ácido fólico, sem expectativas, mas claro, com muito amor. E que vai alegrar e completar minha família. Agora ou eu empato a conta e ganho uma companheira de compras, ou papai ganha outro companheiro de sábado de meninos. De qualquer forma, em breve seremos quatro.

E essa talvez não seja a forma mais bonita de se começar a contar a história de uma vida. Mas é real. É assim que aconteceu. Dizem que um raio não cai no mesmo lugar duas vezes. Desse modo, a história do segundinho obrigatoriamente deve ser diferente. E acho que isso é positivo. É sinal de que ele, ou ela, já tem a própria identidade.

E assim vamos nós, encontrando a poesia de cada dia nos pequenos detalhes. Estamos contando 12 semanas nesse momento. Um longo caminho até fevereiro, quando tudo mudará definitivamente em nossas vidas.


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

E ele já fez 1 aninho!!!

Ele chegou ainda ontem. Pequenino, frágil e doidinho por um aconchego. E eu pisquei o olho e puft!!! Ele já completou o primeiro ano de vida. 
Quando ele contava 9 meses eu comecei a pensar na festinha de primeiro aniversário. A ideia original era linda, porém nada prática. Eu queria fazer toda a decoração com minhas próprias mãos, queria um serviço de buffet gostoso, um salão aconchegante, uma festa no início da tarde, enfim...sonho meu! 
Um dia, depois de visitar trocentos buffets, salões, sites, blogues e ouvir opiniões de um monte de gente, me deparei com a realidade: Buffet é sim meio impessoal, meio enlatado, mas para mães como eu, dotadas de 2 mãos esquerdas e um senso crítico deveras apurado, é o melhor. Definimos alguns toques pessoais e tcharã!  Tava tudo acertado. Era só esperar o dia. E o dia foi sábado.
Gentes, só posso dizer que foi tudo lindo. Eu achei foi bem legal isso de chegar linda e maquiada pra festa e ver tudo prontinho. Aquilo que escolhemos foi cumprido e bem realizado. Serviço ótimo. E muitas pessoas amadas e lindas comemorando conosco. Tanta gente celebrando a vida do meu filhote, que eu só tenho a agradecer. 
Bebê, como é costume de 99,9 dos bebês que fazem um aninho, ficou meio chatinho no dia da festa. Acordou enjoadinho, amuado e querendo colo. Ele até brincou bastante durante a festa, mas escolheu a dedo os colos que aceitava e manteve o tempo todo uma cara de pum incrível. 
Mas não deu escândalo, que ele não é disso, não teve febre, nem nada que atrapalhasse o momento. Que era dele, mas como ele não entende, nós fizemos pra ele o momento ser mais que especial. 
Eu fiquei radiante e transbordante. Muito feliz. 
E agradeço a Deus por ter nos dado um bebê tão lindo, tão fofo e tão especial. E ter nos dado condições de transformar o primeiro aniversário num momento tão especial!!!! 

Olha nozes aí no Parabéns! Reparem na cara do aniversariante!!!
(P.S - Van querida, você fez falta viu? Pensei muito em você!!!!)

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Dias das mães por aqui também....

E então esse é o primeiro dia das mamys que de fato eu sou realmente "mãe". Ano passado a cria tava guardada na pança. Daí comecei a pensar no que dizer sobre. Refletindo sobre o que a maternidade fez por mim fiz descobertas digamos, interessantes.
Eu adoraria dizer que a maternidade me fez uma pessoa melhor. Mas é mentira. Não fez! Até pensava eu comigo mesma que sim, quando o bebê chegasse eu me tornaria mais doce, mais humana, mais feliz, mais realizada, mais calma, mais magra, mais equilibrada. Mais um montão de coisas. Só que não rolou.
Ah mãe....tira isso vai!!!!!
Eu me tornei a mesma só que mais bitolada. Entendeu? O único sentimento novo é o amor supremo pelo baby. (ok. Só esse amor já me trouxe umas milhares de nuances diferentes pra vida, mas mesmo assim tudo se resume a amor puro!). O resto continua igual. Vai entender. Eu conheço gente que melhorou após o filho. Talvez tenha melhorado perante os meus olhos, vai saber.
Outra coisa que descobri é que acabamos ficando mais parecidas com nossas mães. A gente passa a vida querendo provar que é um ser a parte da família, que pensa e age conforme você acha certo e tals. Mas lá no fundo, bem escondido está uma coisa chamada criação. Você foi criada segundo alguns costumes e hábitos dentro de casa. Cresce vendo exemplos de sua mãe. Mesmo achando que sua teoria materna é mais moderna e embasada nos melhores teóricos um dia você se percebe fazendo exatamente como sua mãe. Fato.
Outra coisa é que maternar muda sua visão do mundo. De repente tudo pode esperar menos o baby. (Como o uniforme de trabalho do marido que não foi lavado e o coitado tem que usar a roupa já usada na semana anterior!). Mudam-se as prioridades. A escova no cabelo pode esperar. Por alguns meses depois do nascimento do bebê a gente tira o pijama se der. Se não, fica de pijama pela casa. 
Enfim....maternar é estar em constante aprendizagem. É pagar a língua. É rever conceitos. 
Tudo isso só pra dizer que eu sou muito feliz em ser mamãe de primeira viagem. E também muito feliz em ter uma mãe. Em ser filha e em ser mãe. Tudo ao mesmo tempo. Porque a vida segue um curso e agora eu sou tudo ao mesmo tempo. 
E aqui deixo registrado os meus parabéns a todas as mulheres que são mães. Essas criaturas escolhidas por Deus especialmente para cuidar de nós filhos. 
Que nossas forças sejam renovadas diariamente. Que os sorrisos dos pimpolhos sejam suficientes para nos encorajar e estar sempre fortes e dispertas! E se não por algum motivo não houver sorrisos que nosso amor baste pra suportarmos tudo! 
Um beijo atrasado, mas de coração!!!





terça-feira, 20 de março de 2012

Considerações sobre o post anterior !

Amoras, muito obrigada pelo carinho de todas no post anterior viu? 

Sobre o que disseram : 

Sabe, eu sei que ficar em casa cuidando do bebê é ótimo pra ele. O que me deixa apreensiva é saber até quando isso será bom pra Tati-mulher sabe? Medo de embarangar e virar uma chata sem perceber.

Dany : Eu já ouvi falar sobre o livro que você citou. Acho que foi no teu blog mesmo, estou certa? Vou procurar  ler sim !!! 

Renata : Claro que lembro do portal !!! E já começo a pensar que a coisa toda da maternidade é um portal diário a ser atravessado. Rs! 

Companheira : Sinto muito mesmo e você sabe disso. Mas é aquilo:  a gente sempre soube que não era pra sempre né? O fato é que não nascemos num emprego e nem morremos no mesmo. 

Trabalho. Só trabalho. Um ótimo professor que tive me ensinou isso há muitos anos atrás. Disse-me que o trabalho não valia sacrifícios muito grandes, porque no fim sempre acabava. E não era que ele tava certo? 

Micha : Quanto a estabilidade é assim : 5 meses a contar da data do parto. Essa é a regra geral. Depois disso a empresa pode demitir sem maiores problemas. 
Você foi no alvo: O primeiro ano do bebê talvez seja o mais importante e são meses até isso acontecer. Talvez eu deva segurar as pontas até lá!

Paty : Esperando tua ligação!

Meninas todas : Um imenso beijo de agradecimento em todas viu???? Ver meu filho saudável e feliz compensa qualquer dissabor que eu posso ter. É nisso que estou me focando. Confio na justiça de Deus. E como disse a Renata : Se reinventar e recomeçar. Este é o canal. 


sábado, 17 de março de 2012

A maternidade, o desemprego e a nova vida!!!

Eu protelei pra falar disso porque ainda dói. Sim, depois da minha licença eu tomei um pé. Demitida sem mais delongas. Mesmo que eu já esperasse isso, é besteira dizer que não doeu. Machucou muito. Sabe por que? Porque eu nunca saí de casa pra cumprir tabela no emprego e garantir um salário. Eu sempre saí vestindo a camisa do trabalho. Trabalhando com afinco e determinação. Com honestidade acima de tudo. Não cabe aqui detalhes da situação, o que cabe é dizer que me sinto um lixo. Jogada fora. Dona de casa em tempo integral?  Comofaz? Eu não sei e nem quero aprender! Nunca fiquei em casa vendo a banda passar. Acho pequeno, acho que EU posso mais, que sou mais que uma mulher que pede dinheiro pro marido pra comprar uma calcinha. Claro que pro bebê isso é ótimo. Ele precisa de atenção full time, mas isso é passageiro também, que logo ele vai crescer e desgarrar da mamãe. E até hoje não vi criança nenhuma morrer por ter que frequentar a "escolinha" desde bebê. Ao contrário, tenho vários resultados positivos com crianças de amigas. 
Muitas coisas ainda estão sendo pensadas, equacionadas, equilibradas. Eu tenho um diploma do qual nunca usufruí. Nada está perdido. Só eu. Eu me perdi nesta nova vida que parece um labirinto. Acordar sem ter pra onde ir, não ter que me arrumar, não escolher uma roupa, não sair pra almoçar e bater papo, não ver as novidades das vitrines, não ter uma sexta-feira pra amar (afinal todos os dias são iguais). Tudo isso tem sido pesado demais pra mim. 
Eu confesso que durante os meses de afastamento eu até cogitei pedir demissão pra cuidar do bebê (oi, meu nome é hormônio), mas logo desisti. E acho sinceramente que o direito de decidir isso era meu. Se dava pra trabalhar ou não, eu é que tinha que decidir. Enfim, não deu. Fica a lição, fica a experiência. E fica um milhão de coisas pra organizar. 
Eu me conheço. Sei que preciso de um período de luto pra depois voltar com força. Sempre precisei de um tempo pra enterrar meus mortos sabe? Pra curtir a fossa, e depois recomeçar. E vai ser assim agora também. Muitas vezes eu vejo as pessoas fazendo coisas e tenho vontade de estrangular. Mas depois passa. Minha irritação anda a mil. Minha acidez também. Mas sei que tudo vai passar. Porque a vida se encarrega disso pra gente. A vida ameniza as dores. Leva pra longe a cada dia um pouquinho mais. E se a vida leva a dor pra longe, Deus há de me trazer uma grande oportunidade de virar o jogo.
E agora eu preciso ir, porque meu novo patrão atende pelo nome de Pedro Lucas, acabou de completar 6 meses de vida e tá gritando por mim. Porque gritar e  balbuciar sílabas misturadas é o novo choro do menino! 

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Apresentando a criança...

Então no dia 12.02.12 meu filhote foi apresentado ao Senhor. Nosso costume segue o que dita a bíblia sobre apresentar os bebês ao Senhor e assim fizemos. Agora ele está sob a graça de Deus, e receberá os ensinamentos cristãos que nós seguimos e praticamos.
Foi bem simples, bebezico estava lindo num figurinho de calça jeans, camisa meia manga e gravatinha, dado pela titia. Nunca foi tão elogiado por uma roupinha! 
Teve como padrinhos meu cunhado e esposa e meu tio e esposa! 
Olha nozes aqui!!!!!!!!!!!!


Olha meu primo Biscoitinho foi me prestigiar!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Eu tô viva!!!

Gentes, eu tô super em falta no blog. Tenho mil ideias pra postar, mas não consigo. Agora cada vez que me ocorre um tema, eu vou correndo anotar, porque é flórida...nas madrugadas insones eu tenho escrito mentalmente inúmeros posts, mas quando levanto de manhã...puft...a ideia fugiu. Agora vou anotando tudo pra não perder coisas legais. 
Tenho muita coisa pra falar. Boas e ruins. Só pra adiantar :  Apresentei meu filhote ao Senhor na Igreja, como é nosso costume; tomei um pé no trabalho. Demitida. Bebê tá cada dia mais esperto. Eu como mãe descobri que quero ser mais. Na verdade eu sou mais. Enfim...muitas coisas, muitas catarses.
Então vou tentando atualizar esta sopa e visitar meus blogs amigos também!!!

sábado, 24 de setembro de 2011

Definitivamente Primavera !



É Primavera

(Aline Barros)

Mil motivos, mil razões
Tenho para te amar
Tantas vezes eu tentei demonstrar
A grandeza desse amor
Que arde no meu coração
Você é tudo que um dia eu sempre quis
Hoje já é primavera
Te tenho ao meu lado
Em todos os momentos
Sigo te amando 
Sigo te querendo
Já não importa o que vão dizer
Porque te quero e sempre vou amar você
Procurei um amigo
Que pudesse então me compreender
Foi quando encontrei você
Para sempre vou agradecer a Deus
O melhor Ele me deu
Você é mais do que eu podia imaginar
Mesmo que a vida seja tão difícil
Em minha frente vou vencer o impossível
Brilha a luz do teu olhar
Que aquece o meu coração
Precisa dizer mais alguma coisa? 
Dedicado aos "homens da minha vida". Papai e filhote!!!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Eu tenho tanto...pra lhe falar...

...Mas com palavras...não sei dizer!! (Salve Roberto!!)
É meu povo, isso não é declaração de amor pro meu filhote não. É uma desculpa esfarrapada pra vocês amiguetes leitores mesmo. Eu tenho um monte de rascunhos mas nenhuma inspiração pra terminá-los. Minha rotina mudou um pouco. Estou  afastada do trabalho (mas tá tudo legal...é só pra descansar mesmo), estou me adaptando a essa vida de dona de casa grávida.
Aliás falando neste assunto...meu povo, a dona doutora sabe o que faz. Se ela não tivesse me afastado, eu mesma me afastaria essa semana. Porque entramos na semana 36 e as dores do mundo entraram na minha vida. Não há jeito de dormir bem, mãos que incham e formigam.. (alô túnel do carpo, dá um refresco ai!!!). Eu fui dormir de segunda pra terça e tenho certeza ABESOLUTA que amanheci com a barriga maior e mais pesada. Não me pergunte como, mas eu SEI.
De resto tudo igual. Continuo reclamando de barriga cheia (literalmente).  Os desconfortos são os mesmos de toda grávida, nenhuma emergência (obrigada Senhor!!!), o que me faz crer que filhote não tem pressa nenhuma de vir ao mundo! Ao final desta semana estaremos a "termo" ou seja, prontinho pra nascer. E eu acho que vou escrever isso na minha testa pra evitar que toda mulher que me vê pergunte pra quando é. E vou aproveitar e escrever também que NÃO!! Eu não vou explodir. Barrigola NÃO está grande demais. Eu NÃO engordei demais e é falta de educação me dizer que vou explodir. Porque é né gente?? Ninguém gosta de ouvir que vai explodir. Prontodesabafei. (E pra vocês eu explico : só tenho 1,52 de altura. Quando a pessoa me olha, só vê barriga mesmo. Isso não quer dizer que eu esteja gorda. Mas não conto isso pra ninguém ao vivo...tenho preguiça e não devo explicação pra ninguém) Prontodesabafei2.
Ah, pra amenizar o assunto :  comprei um cd maismaiordelindo com louvores em versão caixinha de música para ninar bebês (só não achei o selo de garantia infalível, mas tudo bem!). A versão de "Aclame ao Senhor" é linda povo!!! Chorei de emoção quando ouvi. Ainda não comprei nada do "Palavra Cantada" mas tá na minha lista. Já ouvi alguma coisa deles, e é super bonitinho também!!
Bom, então é isso...pra quem não tinha palavras falei até demais né!!!


P.S - Fazendo a contabilidade bebezística : A neném da Ich já nasceu. A da Bela também. O Rafa da Dani tá previsto para chegar em 10 dias. Eita mês que promete!!!

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Nasceu a bebê da Bela !!!

Bom dia Meninas !!!

Algumas (várias) de vocês conhecem a Bela do "Diário da Bela Mamãe" . Então, estou passando pra avisar que a neném dela já nasceu!!
Cheyenne já está com a mamãe, após um longo trabalho de parto. Os detalhes ela mesmo vai postar assim que possível, mas se você for uma leitora dela, ou conhece alguém que seja, pode comemorar!
Vamos desejar que Deus a abençõe grandemente, que Bela, bebê e papai sejam muito felizes na nova vida que vai começar!!

P.S - Belinha, só posso de novo agradecer por ter feito parte desse momento tão lindo que você está vivendo. Obrigada pela confiança, pelo carinho e pela amizade!!! que Cheyenne lhe traga toda a felicidade desse mundo!!!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

O tempo nosso de cada dia!!

Eu sempre me senti assim :


Imagem do tio Google

E a vida ia seguindo, são escolhas. Quando se opta por ser uma pessoa moderna que não se contenta em ficar vendo a vida pela janela isso acontece. Correria e reloginhos pra todo lado!
Mas agora, sinto necessidade de usar o freio. Não é só uma questão física (embora também o seja), é uma questão psicológica.
Quanto mais cansada, mas coisas quero fazer, mais controle quero ter. E começa um círculo que gira a milhão e parece não ter fim. Fico zonza comigo mesma!
Quero descer. Para o trem? Me deixa na estação só um pouquinho. Pra eu relembrar quem sou, e deixar de lado quem pensam que eu sou. Porque vamos construindo personagens nessa vida e quando vemos, a nossa essência está tão escondida, que mal se nota a presença. Me deixa encontrar dentro de mim minhas raízes e meu instinto? Preciso voltar ao primeiro amor em muitas coisas, mas se o mundo me prende, sinto-me sufocada. Aliás nunca gostei de amarras. Tudo o que faço é porque sinto dentro de mim a vontade, o querer.
Me deixa quietinha por um tempo? Isso me lembra uma passagem da bíblia que gosto muito :  Elias no Monte Horebe. (I Reis - cap. 19).
Você conhece? O profeta Elias se escondeu, estava assustado. Ficou recluso, mas soube a hora exata em que o chamado do Senhor era verdadeiro, e então, saiu da caverna para ser honrado e não mais perseguido.
Não que eu esteja sendo perseguida, não é esse o fato. Apenas a ideia de ficar na caverna até ouvir a voz do Senhor me agrada. Porque nesse tempo de reclusão você pode avaliar muitas coisas e se avaliar. E eu, realmente só consigo pensar no silêncio. Preciso de paz pra orgarnizar as ideias.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Tá melhor? Agora tôô...!

Eu estava aqui, ensaiando um post bem ácido, no melhor estilo Tati revoltada de ser. Foram 3 rascunhos mas não era o que eu queria dizer.
Então, volto do almoço e recebo a postagem que meu maridex fez lá no nosso outro blog. Sinceramente? Depois do vídeo que ele postou, nem quero dizer mais nada...amei amei e acalmei! Música linda, intérpretes bons demais!!!!
Quer ver também??? Clica!

sábado, 14 de agosto de 2010

Promessa de blogueira é dívida!!!

Gente, quem quiser ver um pedacinho dessa apresentação do dia dos pais, cujos bastidores foram uma piada, pode ir lá no novoevangelismo.blogspot.com que tem um trecho. Não tem a apresentação toda, sabe como é...na hora fica todo mundo meio avoado, preocupado que dê tudo certo, aí esquece de ligar a câmera, quando liga a mão treme, o ângulo não é dos melhores...enfim...foi só uma primeira experiência. Tenho fé que os próximos nós pensaremos melhor nos detalhes.
Beijoks de bom findi pra todas!!!!

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Bastidores do dia dos pais !

Daí que a pessoa vai montar uma encenação pro dia dos pais. Passa duas semanas bolando mentalmente o figurino e o cenário. 
Então lá vão. Ela e ele montarem os apetrechos da peça. Ela pensou por dias na barba que ele que seria Abraão usaria. Pegou algodão, elástico e mãos a obra. Primeira tentativa : rasgou. Recomeça, costura, prova e rasga de novo. Terceira tentativa e o que ela rasga é o dedo. Com a tesoura. A esta altura já está desconsolada. Ele, firme vai produzindo os "pedaços de lenha", enquanto prova a barba frustrada. Quando de repente, não mais do que isso....quem fura o dedo é ele.
- Ai...furei o dedo com a faca!
- AHHHH...DEIXA EU VER! SOLTA, DEIXA EU VER!!! (escandalosa mode on).
- Calma. deixa eu estancar o sangue, senão vou ter uma homorragia.
- ANNNHHH??? MACHUCOU TANTO ASSIM???
- kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ... não ó, só furou.
- BOBO!!
Depois que a barba não dá certo sob hipótese alguma, ela frustrada, porém resignada decide resolver de uma vez:
- Alô, tio? Você ainda tem aquela barba da fantasia de papai noel?
  Tem? Ah, que bom...tem cabelos também??? tô indo buscar.
Mais um problema resolvido.
Hora de montar a tocha. Recorta, cola, desenha....
- Amor, isso tá parecendo uma tocha?
- Ah, tá bom!!
- Não perguntei se tava bom...quero saber se está parecido com uma tocha.
- TÁ. TÁ PARECIDO COM UMA TOCHA.
- Sei...
Depois disso, empacota, separa tudo, leva pra igreja...monta, ensaia...e aí horas depois, ela se convence de que a tocha está mesmo parecendo uma tocha, quando a mocinha que está ajudando com o cenário vira e diz:
- Tati, leva a tocha também ou só as pedras?
Aêêêêê!!!!! eu montei uma tocha....Uhuuuuuuu !!!!!! Viva!!! Viva!!! Uhuhuhuhuhu!!!!
Resultado final : 2 dedos furados e remendados com band-aid. Muitas sobras de papel, algodão e elástico. Mas também, tivemos uma linda encenação, que agradou a todos que assistiram. (Pelo menos eu acho né)...e marido, como Abrãao deu um show a parte!!! Ele e a peruca de papai noel. Rá!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Triste ....

Eu ia fazer palhaçada de novo hoje, postar a minha façanha de ter comido alface no almoço...acreditem, é uma façanha, eu não sou fã de nada verde no prato.
Mas daí li uma notícia que me deixou triste e eu perdi o pique.
Não sei se alguém aqui conhece ou acompanha, mas o grupo "Voz da Verdade" perdeu nessa noite uma de suas vocalistas, a Lilian Paolilo Ferrão. Ela tinha uma doença degenerativa grave e fez um  transplante de fígado, porém não resistiu.
Uma mulher jovem, talento inegável e serva de Deus. Eu tive a experiência de vê-la cantar ao vivo nos seus shows e posso dizer que quando ela subia o tom de voz, arrepiava.
Bom, só posso desejar que a família seja consolada e que Deus supra tudo o que eles precisarem nesse momento.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Tantas coisas...vontade de jogar conversa fora....

imagem: Google
Daí que esta Sopa nasceu pra divulgar os textos que eu produzia.Textos que eu me empenho com 50% de inspiração e 50% de técnica. (humm...na verdade não sei a porcentagem...mas chutei um meio termo literal). Técnicas que eu aprendi desde pequena por amar ler e escrever, e que mais tarde na faculdade foram aprimoradas graças ao meu amado mestre de redação.
Mas confesso que a inspiração anda de briga comigo, ou é o tempo que é meio escasso mesmo...e aí a Sopa fica assim, sem o que era o ingrediente principal. E aí eu falo abobrinhas como ontem. Ou como hoje, tenho vontade de dividir amenidades com vocês. Tipo quais? rsrs... tipo eu ter andado de metrô hoje, depois de 5987656 anos e perguntar pro moço da bilheteria se não vendia mais múltiplo de 2. Poxa, porque tiraram os múltiplos???? E pior, por que eu não sabia disso?
Ou então fico com vontade de contar pra todo mundo que hoje uma cliente me irritou profundamente ao telefone mas imagina que eu escutei tudo, NÃO INTERROMPI as grosserias, e quando acabou eu somente disse que sentia em não poder ajudar. O que é isso meu povo? Euzinha não retruquei, não a coloquei no seu devido lugar, e ainda reconheci que ela devia estar nervosa. Era um dia ruim. Não é que logo mais ela ligou beeeem mais calma?
Ou ainda eu preciso dizer que essa semana fiquei muito desacreditada da humanidade. Cansada, passada pra trás, feita de boba, com vontade de enfiar a cabeça num buraco e talvez pular dentro vai que eu vou parar no país das maravilhas...oba! pra não ter que encarar tantos afazeres e tanta decepção. Mas aí, Deus me lembra que é fiel e que está sempre no controle, ainda que eu seja descontrolada e me faz ver que nem tudo está perdido, que tudo o que eu preciso é me focar e estressar menos. Reclamar menos, ser mais tolerante. Mas é difícil hein...
Sabe meu povo, tem dias em que passam mil coisas na cabeça...ideias geniais, outras nem tanto e eu acabo ficando ZONZA (ou "zoza" como diz um pequeno garotinho muito especial). Algumas dessas ideias param aqui outras não...mas o fato é que esse surto de descontrole emocional vai passar, e aí : Voltamos com nossa programação normal...Rá!!!

domingo, 18 de abril de 2010

Amigas ou irmãs? Irmãs ou amigas?

Mais do que passar uma tarde agradável comemorando a união de uma amiga. É mais um marco nessa amizade que parece mesmo que não terá fim. Casou-se a última integrante solteira da "república das bananas".
Olhando pra trás, contabilizei 16 anos de amizade. O ano era 94 e nascia meio sem querer um trio que ia dar o que falar. Início da adolescência ainda, personalidade sendo definida e lá estávamos nós. Quantas alegrias tivemos? Quantas brigas, quantas festas, risadas, aulas matadas, quantos professores enlouquecemos? (Dona Caracas que o diga...). Acho que seria impossível fazer o balanço. Um sem número de emoções que eu guardo com todo carinho. 
É verdade que hoje ficamos um ano sem se ver...mas o que é o tempo contado em dias, para quem tem o coração ligado? Somos assim, meninas bananas da nossa república. Não usamos mais aquele anel da amizade, mas ainda somos ligadas sim. E eu amo vocês! E bastam 5 minutos juntas para que eu volte a ter 13 anos. É incrível.
E sabe o que é melhor nisso tudo? É ver como Deus foi generoso conosco. Reparem: Cada uma ao seu modo, chegou aqui vitoriosa! Fizemos escolhas, tivemos oportunidades e vencemos. Ou melhor, ainda estamos vencendo. Diariamente. 
Nós demos certo. Somos e seremos mais felizes ainda. Tenho certeza. Porque essa caminhada nós só estamos começando.
Quem sabe daqui a mais 16 anos quantas palavras emocionadas eu terei para contar?
 Hoje lindas, eu só posso dizer que adorei estar com vocês, adorei rever as "tias" e elas me reconheceram olha que legal...
Cá e Paty, vocês são as irmãs que Deus permitiu que eu escolhesse!