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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Registrar é preciso!


Não foi uma escolha consciente, do tipo: "Pronto, parei.". As coisas foram acontecendo e a cada dia um post era deixado de lado. Foram muitas histórias prontas na minha cabeça, que deixaram de ser escritas por pura falta de tempo. Ou de empenho. Sei lá.
Mas aqui estou.
Helena conta hoje 9 meses. Acabou de completar. Esperta que só ela. Tanta coisa aconteceu...vamos recapitular?
* Aos 5 meses sentou. cambaleante, mas tava lá. Sentada da cama da mamãe.
* Com 7, quase 8 meses, rompeu o primeiro dentinho. O segundo veio logo atrás. e hoje já se igualaram. Ainda estão sozinhos. Nenhum ouro apontou por ora. Eu não tenho pressa. Tá bom demais assim.
* Cabeluda que só ela, vive despenteada. Mamãe não é tão caprichosa e não tem tempo mesmo de ficar arrumando cabelo de criança. Porque eu arrumo e em 5 minutos tá tudo bagunçado de novo.
* Assim como PL, Helena vive descalça. Fato. Quando começar a andar a gente resolve isso.
* Saiu do mamá no peito agora com 8 meses. Por escolha minha, quando ela contava com pouco mais de 6 meses introduzi de fato a fórmula. A noite, pois dormir estava complicado. Na verdade, depois dos 5 meses Helena não sabia se mamava ou se prestava atenção no mundo. Aliás, mesmo com mamadeira ela ainda é assim. Complicado.
Eu comemoro e me orgulho dos 8 meses no peito, sendo 6 em aleitamento exclusivo. Nos primeiros 6 meses, ela tomou (ou essa era a intenção) fórmula umas 3 vezes, quando necessário. Não gostava. Eu achava ótimo. Depois a vida nos empurra, as coisas vão acontecendo e tudo se encaixa.
* Alimentação é um ponto delicado para ela. O início da IA foi tenso. De tudo o que ofereci ela só gostou de água.
Hoje já come melhor, o que não quer dizer que esteja bom. Estamos longe do ideal. Não entendo
Não gosta de coisa muito amassada. Curte mesmo um pedacinho rolando na boca, curte amassar a banana com a mão, fazer muita meleca. Essa é a Helena. Ogrinha de mamãe.
* Dorme bem. Quase sempre dormiu. Tem lá seus momentos serenata madrugada adentro mas...para um bebê dessa idade tá excelente.
* Helena vive cada fase intensamente. Os tais picos de crescimento? Ela tem todos. São visíveis. Agora ela vive a ansiedade da separação. Se viro as costas pra ela, o mundo acaba. Chora como se não houvesse amanhã. Se a deixo com o pai ela fica bem. Até me ver e ai o chororô recomeça.
Minha pequena é saudável e feliz. Disso não há dúvidas. Sempre bem disposta, feliz, risonha, simpática demais. Voluntariosa também. Determinada. Vejo nela uma vontade de ver a vida, uma coisa linda. Cada vez que seus olhinhos veem algo pela primeira vez, eles adquirem um tom único. Brilhantes, atentos, vivos. Eu me apaixono cada vez que ela vê alguma coisa nova.
* Aos 9 meses já bate palminha. Pra qualquer música, mas a preferida é "parabéns pra você". Uma coisa linda de viver.
* A relação com o irmão é delicada porém feliz. Eu incentivo o contato entre eles desde que ela nasceu. Deixo juntos e as vezes sozinhos. Fico por perto, de olho, mas acho importante que eles se conectem. Se ela acorda primeiro, vamos juntas no quarto dele e deitamos na cama junto. Eles adoram. E o contrário quando ele acorda primeiro.  Ela curte muito fazer bagunça com ele,  mas quando PL se cansa da companhia, Helena acaba levando uns cascudos. Mesmo assim, ela não pode vê-lo. Fica enlouquecida, solta gritinhos, dá risada. Uma fã! Sobre eles, acho que o pior já passou. As crises de ciúme se tornaram mais administráveis. Já sabemos lidar com elas. Tenho calafrios de lembrar do início. Quanta lágrima eu verti. Ufa, passou!
E assim vamos indo. Cada dia novo. Cada dia igual. Cada dia diferente.
 
E essa sou eu! #8meses
 

segunda-feira, 24 de março de 2014

Helena e o banho de chuveiro.

Era uma sexta-feira. Com papai em casa, tudo devia ser mais tranquilo. Mas não foi. PL resolveu vomitar. Primeiro no carro, causando um pequeno terremoto fedorento. Depois em casa. No tapete da sala. Ele não lida bem com essa coisa de vomitar. Fica mal, chora, tem medo. E no meio daquilo de limpar, consolar o menino, dar banho, tinha a pequena Helena. Que resolveu que era hora de fazer o peso dela em cocô. E espalhar pela roupa toda. 
Num ataque de praticidade, pedi pra marido tirar a roupa da criança número 2 que ela ia ser a próxima no banho. No chuveiro mesmo. Água corrente é o melhor remédio, além de ser o que dava pra fazer na hora. Muito mais prático. Tirei minha roupa e entrei com a menina no banho. 
Pausa. 
Com 40 dias de vida, Helena A-do-rou o banho. 
Despausa.
Ficou inebriada olhando pra água que caia. Nem uma lágrima. Nem um assombro de medo. Só ficou olhando e curtindo em silêncio. 
Eu? Adorei a experiência. 
Nos dias que se seguiram, resolvemos continuar com o banho de chuveiro. É muito mais prático e prazeroso. Não preciso encher banheira, ficar com medo que a mangueirinha escape e molhe o quarto todo, nem limpar depois do banho, passar álcool e tal. 
E eu também descobri uma coisa: Banho de bebê pode ser prazeroso. Porque pra mim, nunca foi. Nunca vi a graça que a maioria das pessoas veem. Sério mesmo. Sempre me foi uma obrigação regada a choradeira. 
Mas ali, no chuveiro, pele com pele e um bebê curtindo, eu pensei que a hora do banho devia ser sempre assim. 
Não consigo descrever a carinha de sapeca e tranquilidade que Helena faz quando tá ali, aninhada nos meus braços. Ela confia. Não sente medo. Apenas aproveita o momento. Os olhinhos dela parecem me dizer: "- Eu confio em você."
Outro dia, percebi que ela estava bebericando um mamá enquanto tomava banho. Encontrou o peito e não pensou duas vezes. Morri de amores.
E assim vamos indo. Cada dia uma descoberta. Dois bebês. Tudo igual, tudo diferente. 
Claro que esse esquema depende de um segundo adulto pra funcionar. Mas é simples. Hora do banho é a hora que estamos todos em casa, de preferência no começo da noite. 
Aliás, ta aí outra coisa que eu nunca gostei: dar banho no bebê de manhã, ou logo depois do almoço. Sei lá. Nunca me fez sentido isso. Banho deve ser pra relaxar e limpar. Pra mim, nada melhor que estar limpo e relaxado antes de se deitar para dormir. Não tem coisa mais gostosa que tomar um banho e cair na cama. 
Então, aqui o costume é esse. O calor foi embora, acabaram os milhares de banhos diários nas crianças (reservatórios de água agradecem), vamos estabelecer uma rotina toda nossa. Com banho coletivo. E muita curtição. 

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Recortes dos últimos 20 dias! (Os primeiros de Helena)

* Clichê total: Não tá fácil! Mas não tá mesmo! Sendo bem franca: Algumas vezes por dia tenho me perguntado o que eu fiz da minha vida! No auge da crise. Depois passa. 

** Como mãe de segunda viagem, no que tange os cuidados com o bebê, isso sim, é mais tranquilo. E falo do basicão mesmo: identificar o choro, trocar, dar banho, ouvir orientações do pediatra (e discordar), quanta tranquilidade adquirida com a experiência. 

*** A soma de Pedro + Helena vivendo sob o mesmo teto ainda é delicada. PL sente ciúme, claro! A cada visita que chega, mesmo a família sempre presente, é um show. Ele grita, quer se aparecer, faz cena e depois se acalma. Quando estamos só papai-mamãe-bebês, aí sim ele é outro. Maduro, quer ajudar, segurar, um fofo! 
Ontem eu estava ao telefone na varanda. Bebezinha começou a chorar. Ele foi até o carrinho, olhou, deu beijinho no pé. Ela não parou. Ele repetiu o beijo e saiu. Voltou. Olhou de novo e disparou:
-Ô mãe, vem cá, ela quer você! 
Ele a defende, acho que vai ser um irmão protetor. Hoje pela manhã amamentei na cama dele. Ele pegou um urso e imitou a cena da amamentação. Inclusive com uma almofada embaixo do urso, pra apoiar.

**** Eu falei em visitas aí em cima? Acabei de ganhar uma lição de vida: Experimente estar num momento feliz porém delicado, acrescido de um problema familiar gigante. Some o puerpério, os cuidados com a casa, o filho mais velho, e tudo o que você tiver de complicado. Aí olhe em volta. Você vai perceber que as pessoas que lhe estendem a mão pra ajudar são: a família (se você tiver uma abençoada e unida como a minha, claro) e poucos amigos que você vai contar com os dedos da mão. 
O restante você descobre que não são amigos. Apenas dividem o mesmo ambiente ou coisa parecida. E que algumas pessoas realmente não sabem olhar em volta. E que discurso bonito quando você tá bem não te acresce em nada. Enfim. Viva quem te ama e te ampara. Abstraia o resto. 

***** A minha culpa em relação ao Pedro ainda não passou, mas diminuiu. Estou tentando trabalhar isso dentro de mim. Não é fácil. Há momentos em que a dor de deixá-lo de lado tão pequeno, tão indefeso me consome. E eu choro. Amargamente e compulsivamente. 
Espero um dia abrandar essa culpa. Que agora já é dobrada. Sim, porque pra fazer um dormir, tenho que deixar o outro. Pra banhar um, o outro tem que ir pro carrinho. E há choro. Há necessidade não suprida. Há culpa. Há dor. De todos os lados. Se é exagero? Talvez. Mas hoje é assim que sinto. 

****** Tenho lido algumas teorias sobre maternidade. Vale um post só pra isso. 

E assim vamos indo. Todo dia igual. Todo dia diferente. Como deve ser! 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Se não for amor, não sei o que é!

Hora do banho de Pedro Lucas. Estoque de sabonete nível zero. Abro o armário de Helena e pego um sabonete entre os presentes que ela ganhou no chá de bebê. Vou para o banheiro e a seguinte cena se desenrola:
- Pê, tem sabonete novo pro banho, hoje!
- Oi? (ele agora está com a irritante mania de responder tudo com oi).
- Sabonete novo.
- Hã? Mas é da Nininha. (sim, ele sabe tudo o que tem no armário. Já cansou de ir xeretar e brincar por lá)
- É, mas a mamãe pediu pra ela, e ela deixou. (simulo uma conversa com a barriga, ele ouve atentamente e aceita o banho com o sabonete da irmã).
- Nininha, qué banho, qué? Tira mamãe, tira. Avá Nininha.
(Eu levanto a camiseta e mostro a barriga. Ele pega um pouco de sabonete nas mãos e passa uns 5 minutos "dando banho na irmã - lavando a barriga com toda a paciência do mundo")
- Ponto. Tá impa. Fecha mamãe. 

*** cataploft *** morri de tanto amor! 

Tapa na cara da sociedade que acha que irmão mais velho tem que sentir ciúme de tudo! 

domingo, 5 de janeiro de 2014

E chegou a necessidade de arrumar o "ninho"

34 semanas. Uma longa jornada que vai chegando na reta final. Pra quem está de fora (do meu corpo) parece que passou rápido. Mas para mim, a sensação é de estar grávida há uns 5 anos. Numa segunda gravidez tudo é diferente e mais pesado. Chegar ao momento de privar o mais velho do colo da mãe dói absurdamente. Houve dias em que o cuidado foi pro espaço. Peguei, segurei, levantei do chão, agachei (e agacho), sento no chão, e vou até onde o limite físico impede mesmo. Foram meses, semanas e dias de muita luta. Um mix de sentimentos. Ora bons, ora desesperadores. Hormônios, a gente vê por aqui. Mas, isso é reflexão para outro texto. O mote agora é "arrumar o ninho".
A necessidade de arrumar o ninho bateu forte. E por agora quero dizer desde o começo de dezembro. Bem no início da gestação fizemos planos e traçamos metas. Que começam a se desenhar. Chegou a hora de arrumar a casa para a chegada da caçula. Providenciar o espaço que será dela. Por direito. Incrível o que se faz em conjunto com pessoas de boa intenção e coração enorme, mesmo controlando ao máximo o orçamento. Bebê Helena já tem um quarto quase pronto. Berço herdado do irmão. Sem culpa. Guarda-roupas estralando de novinho. A poltrona outrora da minha sala, vai virar a cadeira de amamentação (e de roupa pra passar, claro). Com um pouco de tecido e imaginação, voilá, temos algo personalizado e pensado pra pequerrucha. Acho importante que ela tenha um espaço na casa e nas nossas vidas. Algo próprio. Feito pra ela. E sim, isso é culpa materna, das mais bestas. Porque Pedro Lucas teve tudo pensado pra ele. Naquele momento havia possibilidade de escolher e fazer o melhor. E sinto que devo fazer o mesmo pela bebê que vai chegar. Mesmo que o tempo seja outro. Hoje sou menos perdulária, mais prática, porém sou mais mãe. Tenho bagagem. Experiência. Tanto positiva quanto negativa. E tudo isso vai ser investido na chegada da filhota. 
É incrível como a casa toda muda pra acolher o novo membro da família. Confesso que até a gaveta de panos de chão eu já arrumei. Armário de copos, aliás, a casa toda no geral tá passando por mudanças. Paredes pintadas, portas também. Tranqueiras jogadas no lixo. Ainda faltam muitas. Que aos poucos vão deixando a casa mais clean. Mais fácil de lidar. Acho que tem que ser assim. Em breve teremos trabalho dobrado, e afazeres domésticos já não ocupam lugar no meu coração, se ficar difícil de conciliar com as crianças então, eu morro em depressão. Gosto da casa limpa e organizada, porém não tenho o menor talento e paciência para tal. Então, que sejamos práticos e leves de agora em diante. 
Leveza é mesmo minha palavra de ordem nesse momento. Estou procurando uma vida mais leve em 2014. Mais simples. Mais organizada. Mais fácil de lidar. Chega de complicação. Quero e preciso me dedicar ao que verdadeiramente importa. E pra mim, o jeito mais fácil de me organizar internamente é começar pelo exterior. Sempre foi assim. Quantas gavetas organizei na vida pra encontrar a solução de um problema! 
E assim as coisas vão se encaixando. A casa se prepara para receber a pequena. Nós nos preparamos juntos. Fico imensamente feliz e agradecida por ter uma gestação saudável que me permitiu fazer tudo como sempre gostei: ordenadamente. 
Quero que ela chegue num ambiente que seja acolhedor e que ela, assim como o irmão, goste de estar em casa. Pedro adora. Ele sai, passeia, brinca, mas quando menos se espera, vira e lança um: "-Vamo cacasa?". E quando volta ao lar ele fica mais feliz e confiante. Espalha os brinquedos, conversa com eles, liga a TV, bagunça tudo, enfim, se sente literalmente "em casa". Quero que Helena tenha essa mesma segurança. E acima de uma casa cheia de paredes, móveis e afins, queremos que nossos filhos tenham um lar. Harmonioso, cheio de amor. Um lugar pra onde sempre se pode voltar. 

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Expectativas para 2014! Quais as suas?

Uma das coisas que a maturidade nos concede (ou deveria conceder) é o discernimento. Depois de certa idade, ou de certa experiência de vida (e isso nada tem a ver com os anos vividos) a gente aprende que não é no virar de um dia para o outro, do fim de um ano e começo de outro que as coisas mudarão como mágica. Embora o clima todo de final de ano nos pregue isso, a TV reforce e todos fiquem mais motivados, a verdade é que mudanças são construídas diariamente. Independente de ser dezembro ou julho.
E eu tenho pensado muito nisso ultimamente. Planos não querem dizer absolutamente nada. Se você pensa assim, desculpe acabar com o seu barato. A gente planeja, daí vem a vida e diz: "- Não, não é por aí!". E você fica com cara de paisagem, sem entender bem onde foi que você errou. Simples. Você NÃO errou. Só que a vida, o destino, ou se você como eu, acredita, Deus, tinha outros planos para sua vida. Nosso tempo não é o tempo de Deus. Muitas vezes o que parece bom aos nossos olhos não é o melhor que Ele pode nos dar. Mas daí a entender o fato, vai longe. E digo por experiência, não por achismos. 
Então, depois de muito chorar, relutar e desacreditar, resolvi aceitar. Planos nos fazem seguir adiante, mas não podemos nos fixar neles como se fosse o norte de nossas vidas. Devem nos orientar sim, mas devemos aceitar as mudanças de última hora que muitas vezes necessitamos fazer. 
E assim vai ser. Meu plano pra 2014 vai ser essencialmente tentar ser leve. Ver as coisas com leveza. Exigir menos de mim. Ter menos compromissos com hora marcada. Buscar serenidade pra enfrentar todas as lutas que certamente terei que travar. Encontrar um prisma mais confortável talvez seja o principal projeto. Tentar não sofrer por antecipação. Saber aceitar e ser grata pelo que tenho, sejam bençãos ou lutas. Porque neste mundo, teremos aflições mesmo, isso é fato. 
Não se enganem, meus caros. Tenho planos e sonhos como você. Tenho aspirações. E isso é pertinente a todo ser humano. Só quero deixar de sofrer pelo que não se concretizou. Só quero em 2014 aprender a maturar meus sonhos. E ter meios de realizá-los. E aprender principalmente a buscar os meios para realizá-los. 
Hoje, vejo a virada de um ano para outro como uma benção. Estamos iniciando mais um ano, vivos e com saúde. Isso sim eu gosto de celebrar. A vida. Outro ano. Outras 365 oportunidades de ser feliz, de efetuar conquistas, de fazer o bem. 
Pra ser bem sincera,  o próximo ano me trará tantas mudanças que hoje me causam medo e ansiedade. Medo de ter expectativas vãs. Medo de não saber como lidar com tudo ao mesmo tempo e agora. Medo de tudo que está por vir. Por isso, me concedo o benefício de me resguardar dos planos e metas inatingíveis e me foco em agradecer. 
E fico aberta pra todas as surpresas boas que poderão vir. E virão. Eu creio.

Para Pedro e Helena: O que isso tem a ver com vocês? - Meus amores, vocês são as coisas mais importantes que temos. Papai e eu vivemos pra fazer de vocês pessoas felizes e de bem. Talvez meus planos pessoais mudem, para que o que sonhei pra vocês possa se realizar. Mas no fundo, é a mesma coisa. Juntos, somos um. A realização de um, é a de outro. 
A esta altura, fim de dezembro de 2013, Pedro Lucas está a mil pelo Brasil. Acaba de sair da piscina no quintal. Brincou pra valer. Fez fofurices lindas. E Helena está nos últimos dias de forninho. São 33 semanas de barriga. Logo mais estará aqui fora. Tudo que pensei para 2014 até agora, foi pensando no conforto e felicidade de vocês. Foi para a realização de nossa família! Se somos uma família hoje, devemos a vocês! Logo, minhas expectativas de futuro tem 2 nomes: Pedro e Helena!