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segunda-feira, 24 de março de 2014

Helena e o banho de chuveiro.

Era uma sexta-feira. Com papai em casa, tudo devia ser mais tranquilo. Mas não foi. PL resolveu vomitar. Primeiro no carro, causando um pequeno terremoto fedorento. Depois em casa. No tapete da sala. Ele não lida bem com essa coisa de vomitar. Fica mal, chora, tem medo. E no meio daquilo de limpar, consolar o menino, dar banho, tinha a pequena Helena. Que resolveu que era hora de fazer o peso dela em cocô. E espalhar pela roupa toda. 
Num ataque de praticidade, pedi pra marido tirar a roupa da criança número 2 que ela ia ser a próxima no banho. No chuveiro mesmo. Água corrente é o melhor remédio, além de ser o que dava pra fazer na hora. Muito mais prático. Tirei minha roupa e entrei com a menina no banho. 
Pausa. 
Com 40 dias de vida, Helena A-do-rou o banho. 
Despausa.
Ficou inebriada olhando pra água que caia. Nem uma lágrima. Nem um assombro de medo. Só ficou olhando e curtindo em silêncio. 
Eu? Adorei a experiência. 
Nos dias que se seguiram, resolvemos continuar com o banho de chuveiro. É muito mais prático e prazeroso. Não preciso encher banheira, ficar com medo que a mangueirinha escape e molhe o quarto todo, nem limpar depois do banho, passar álcool e tal. 
E eu também descobri uma coisa: Banho de bebê pode ser prazeroso. Porque pra mim, nunca foi. Nunca vi a graça que a maioria das pessoas veem. Sério mesmo. Sempre me foi uma obrigação regada a choradeira. 
Mas ali, no chuveiro, pele com pele e um bebê curtindo, eu pensei que a hora do banho devia ser sempre assim. 
Não consigo descrever a carinha de sapeca e tranquilidade que Helena faz quando tá ali, aninhada nos meus braços. Ela confia. Não sente medo. Apenas aproveita o momento. Os olhinhos dela parecem me dizer: "- Eu confio em você."
Outro dia, percebi que ela estava bebericando um mamá enquanto tomava banho. Encontrou o peito e não pensou duas vezes. Morri de amores.
E assim vamos indo. Cada dia uma descoberta. Dois bebês. Tudo igual, tudo diferente. 
Claro que esse esquema depende de um segundo adulto pra funcionar. Mas é simples. Hora do banho é a hora que estamos todos em casa, de preferência no começo da noite. 
Aliás, ta aí outra coisa que eu nunca gostei: dar banho no bebê de manhã, ou logo depois do almoço. Sei lá. Nunca me fez sentido isso. Banho deve ser pra relaxar e limpar. Pra mim, nada melhor que estar limpo e relaxado antes de se deitar para dormir. Não tem coisa mais gostosa que tomar um banho e cair na cama. 
Então, aqui o costume é esse. O calor foi embora, acabaram os milhares de banhos diários nas crianças (reservatórios de água agradecem), vamos estabelecer uma rotina toda nossa. Com banho coletivo. E muita curtição. 

sábado, 2 de março de 2013

Das escolhas acertadas que fiz na maternagem.

Das escolhas acertadas que fiz na maternagem, uma com certeza foi campeã: Acostumar o bebê a dormir no berço. (Mas, confesso: a iniciativa foi do marido, não minha)
Esse assunto sempre foi meio controverso pra mim. Eu o queria perto, mas ao mesmo tempo precisava do meu espaço. E assim a coisa foi degringolando. Ele cresceu, tornou-se um espaçoso e voluntarioso.
A hora de dormir nunca seguiu um padrão rígido aqui em casa. Nem de costumes e nem de horários. Eu administrava a hora de dormir de acordo com a soneca da tarde, ou com o horário dos adultos dormirem. E cada vez eu me enrolava mais nisso. Vida corrida, horários malucos, bebê estava indo pra cama cada dia mais tarde e demorava mais pra dormir. E o dormir consistia em sentar na minha cama, e dar colo até ele dormir em meus braços. Foi-se a fase das músicas, das orações bem baixinho no ouvido dele, do silêncio, do barulho, do claro, do escuro. Tudo fases. E logo ele enjoava delas e o dormir era mais traumático.
No final de 2012 eu estava virando um farrapo humano. Show diário na hora do sono. Gritaria, madrugadas em claro, 15 minutos de berço e horas na minha cama - de atravessado - tirando minha paz e me dando dor nas costas.
Papai e mamãe perderam a referência de casal normal que se recolhe no quarto. Caos. Stress.
Até que um dia, num desses lampejos que a gente tem, marido levantou e disse "Chega. Ele vai dormir no berço." Levou a criança pro berço, e ficou lá até ela dormir.
Neste primeiro dia, foram mais de 2 horas de choro, berros e manhas. Eu, trancada no meu quarto quase infartando e indo resgatar a cria. Mas achei que o pai também devia participar e deixei. Coração sangrando.
Nas noites que se seguiram a coisa foi melhorando aos poucos. Eu inventei o "dar a mão pra mamãe" pela grade do berço, e ele começou a dormir segurando minha mão.
O fato é que, em poucos dias ele começou dormir com mais facilidade dentro do berço. Parou de chorar. Entendeu o processo. E agora até gosta de dormir no espacinho dele. Acorda várias vezes durante a noite, pede a chupeta que ele mesmo cospe, eu dou a chupeta, ele volta a dormir. Mamar, ele mama dormindo. Rá! Piada, eu sei. É só oferecer o tetê, ele abocanha e mama sem se importar em abrir os olhos. E não, não engasga. Agora, se deixarmos ele acordar com fome, claro, bota a boca no mundo, que de bobo ele não tem nada. 
E desde o início de dezembro a coisa entrou nos eixos dessa forma. 
Papai e mamãe voltaram a ter privacidade e conforto na própria cama. E isso é um bálsamo na loucura da maternagem.
Porque uma coisa é fato: Tatiane com sono é o monstro do pântano com fome. Tatiane sem sono é só um monstro. 
E sono é importante. Tanto para o pequeno, quanto para a família.  

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O lugar de cada coisa...(Por: Pedro Lucas)

Mamãe disse que essa mesinha alta de vidro chama-se "aparador". No passado ali em cima ficava somente um potinho de colocar as chaves, e eventualmente uma carteira ou bolsa pequena. Mas tava sem graça nenhuma, então eu mudei tudo. Sabe o notebook? Então. O aparador é o único lugar que o livra das minhas mãos. A base do telefone sem fio eu também mudei. Poxa, todo mundo deixa em cima do rack. Eu joguei atrás do móvel. Pronto. Então se você ligar pra minha mãe e der caixa postal, não se preocupe. Deve ter acabado a bateria do telefone, e mamãe não achou o carregador. 
O papai também é corta onda! Ele percebeu que eu aprendi ligar e desligar as coisas. Agora ele retirou da tomada a impressora, o Nintendo e o aparelho de DVD. De modo que eu não posso mais ligar e desligar aquele monte de luzinhas vermelhas atrativas. Cara chato esse papai. 
Mas eu não deixei barato. Agora eu espalho brinquedos pela casa toda. E descobri um lugar muito legal. A lavanderia. Maior barato legar os brinquedos pra lá e estacionar meus carrinhos. Mas tem uns potes lá que mamãe disse que é veneno. E agora ela vai tirar debaixo do tanque. Disse que vai por na prateleira. Acho que é a "cândida"...algo assim. Ela também corta minha onda. Mas eu sempre invento outra coisa. Agora resolvi espalhar bloquinho de montar pelas gavetas todas. É muito engraçado. Mamãe abre a gaveta da cozinha, acha um bloquinho, abre o gavetão do banheiro, e lá está outro bloquinho. É a caça ao tesouro do PL. Rá!!!!!
Sem falar nas meias do Patati & Patatá que eu ganhei. Achei dentro do meu armário e resolvi brincar com elas. Ando pela casa com as meias na mão. 
E assim vamos indo. Todos os dias eu ensino a minha mãe uma nova lição sobre decoração. E ela? Tá ficando doidinha. hihihihihihi!!!

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Tirando a poeira desse bloguinho!

Oi gentes!

Eu não sei se alguém percebeu, mas este blogue esteve fechado por várias semanas. Foi um quase suicídio virtual. Tranquei o blogue, excluí o Twitter, e repensei o Facebook. (Aliás, este último ainda está sendo repensado - leia-se: pensando em excluir "amizades" que nada contribuem).
Eu continuei sapeando pelos cantinhos amigos, mas fiquei meio recolhida. Posso dar vários motivos. Mas acho que o principal mesmo é que EU precisava me encontrar. Nessa viagem louca chamada vida muita coisa perdeu o sentido. Ou o sentido ficou escondido no fundo do baú. Seja como for, a vontade de desabafar aqui, de contar histórias e principalmente de registrar histórias pra que nunca mais esqueça foi mais forte. 
E além do mais, eu tenho uma vida abençoada, um filho lindo, não me falta nada, e crise de existência todo mundo vive mais cedo ou mais tarde. Então essa de virar tartaruga e se esconder no casco precisa acabar.
Estive pensando nesse espaço e acho que ele precisa voltar a ser multitemático como era antes da minha gravidez. Porque hoje eu sou mais do que uma grávida, ou uma mãe de primeira viagem. Já retomei várias coisas da vida sem filhos e pretendo retomar outras ainda. Mas CALÁRO que o assunto "filhos" ainda me domina e vai dominar por muito tempo. 
Mas no geral é isso. Estou de volta, tenho muitas coisas pra contar e registrar. E quem quiser ficar comigo, sinta-se em casa. A Sopa é e sempre foi nossa! 

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Procura-se um bebê!

Procura-se um bebê. Atende pelo nome de Pedro Lucas. É calmo, alegre, feliz, companheiro. Dorme a noite toda no berço. Tira sonecas longas durante o dia. Um anjo de baby. Ah, claro, ele é banguela.
Sério gente! 
Porque eu acho que meu filhote foi abduzido durante meu sono. 
E deixaram um bebê ansioso por andar, com dor na boca por conta de umas presas que estão se anunciando. Uma criancinha que há uma semana abomina o berço. Só dorme na cama dos pais, e depois de muita luta. Chorão. Manhoso. Carente e necessitado de colo. Com uma crise alérgica de tirar o sono (dele e dos papais). Enfim. Fase difícil, seu endereço é na minha casa. 
A coisa tá tão feia que eu já ando reconsiderando a importância dos dentes no ser humano. Por que gentes? Podíamos viver de alface sei lá, e não precisar de dentes.
Paralelo a isso ele tá cada dia aprendendo coisas novas. Lindo de viver! Trabalhoso, porém lindo. Outro dia se aventurou na cozinha e esvaziou a gaveta de panos de prato. E eu? Ah...antes de tirá-lo de lá bati 3847595038 fotos pra sempre recordar! Rá! Porque a gente sofre...mas é feliz!!!!!!

quinta-feira, 26 de julho de 2012

E a brisa soprou novamente.

E então hoje, e ontem a brisa soprou e levou pra longe a nuvem negra que morava em cima da minha cabeça. Dias nublados não me fazem bem. Me lembram as amarguras que já vivi. Lembram de tudo o que não deu certo. Traz de volta o gosto amargo de tantas derrotas que já encarei. Dias frios, chuvosos e nublados me dão uma nostalgia que não me faz bem. Me deixam murcha. Mas ontem e hoje o sol apareceu. E a brisa da leveza soprou em mim. Só por hoje que fique de lado todas as preocupações. Que hoje, e enquanto durar o veranico no meio do inverno eu possa respirar aliviada. E lembrar que sempre, sempre, depois do inverno vem a Primavera. Aquela prima distante que nos visita todo ano e colore tudo o que vê pela frente. Aquela que ano passado me trouxe o presente maior que eu poderia receber. E que depois da visita colorida da Primavera, vem o Verão. Com seus dias que não terminam nunca, sua luz sem par, seu calor inigualável. Enfim. Depois de toda a tempestade, vem a calmaria. Calmaria essa que eu anseio muito. Lá fora e aqui dentro.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Não tá fácil. Mas tá incrível!

Nunca me disseram que seria fácil. Muito pelo contrário. Sempre me botaram medo. Do muito que se falou, pouco aconteceu. Mas coisas que ninguém nunca alardeou estão acontecendo.
Um dia de 24 horas com dedicação total não está bastando. A impressão é que sempre fica algo por fazer. Ou é uma brincadeira a menos com o baby ou é a louça que fica na pia pra depois. E esse depois, sabe-se lá quando vai ser. A hora de sair de casa deixa mamãe estressada. Tanta coisa pra pegar, colocar na bolsa, troca de fraldas, choro porque bebê não quer esperar, mamadeira, frasqueira térmica, talher, sopinha, água, suco, bolachinha, bebê suja fralda de novo, ufa! (É perseguição, só pode. Ele adivinha que vamos sair e dá um show de cacas.)
Mas mesmo com tudo isso, algo mágico tem acontecido. São 10 meses de vida e PL está cada dia mais esperto e apaixonante. Já tem posição preferida pra dormir. Adora roer maçã e bolachinha de aveia. Mas parece que enjoou de banana. (que triste...). Não costuma chorar quando cantam parabéns perto dele. Agora ele tem um olhar diferente sobre o mundo que me deixa emocionada. Tudo parece especial aos olhinhos do meu desbravador. O estacionamento do shopping o faz prestar a maior atenção. Vai sentadinho no carrinho observando tudo e todos. Distribui sorrisos. Ama crianças pouco maior que ele. Presta atenção aos detalhes. Os mínimos. Anda numa inquietação danada. Se rasteja pela sala, rola pela cama (rola até demais, vide post anterior). Não tem mais meias limpas, todas ficam encardidas. Aliás, foi-se o tempo em que lavar suas roupas consistia em colocar na máquina com um sabãozinho especial pra roupa de neném. Esse sabão não faz mais nem cócegas na sujeira das meias e calças. Agora antes da lavagem tenho que deixar de molho. E esfregar. Muito. 
Ele fala o tempo inteiro numa linguagem própria dos pequenos. É mamã, papa (que pode ser papai ou papá de comida - depende do contexto), tetê, entre outros vocábulos primários. Mas ontem eu tive certeza do raciocínio e entendimento dele. Eu estava tentando ensiná-lo a beber de canudinho e ele nem aí. Eu disse : - Olha filho, você chupa igual ao tetê. E qual não foi minha surpresa quando ele me olhou e repetiu: - Tetê! E eu tive certeza que ele começa a entender. Pode não obedecer, mas entende. Quase chorei de emoção. 
E agora nossa contagem regressiva é para o primeiro aniversário. Foi um dilema, mas já foi decidido. Mamãe é só ansiedade. Acho que os convidados vão sair mais gordinhos da festa, de tanta bobagem que eu quero oferecer. Rá!
E assim vamos indo. Enquanto ele dorme ali na cama, eu respiro um pouquinho e aproveito pra escrever. Que fique registrado tudo de importante pro meu filhote. Pra que eu nunca, nunca esqueça. E se esquecer, que estes registros venham me lembrar. 

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Os 10 meses e a tomografia.

Pois é. Bebê ontem completou 10 meses. E o presente foi uma tomografia. 
Eu explico:
Mamãe zelosa tava ali na cama dela trocando uma fraldinha de cocô super power. Daqueles que sujam a roupa. Troquei. Sentei a cria na cama e dei a pomada pra ele se distrair. Fiz um bolinho da roupa suja e virei as costas pra colocar no balde. Dei 3 passos. Joguei a roupa e voltei 2 passos. Mas ainda faltava um passinho pra alcançar o baby, que nessa hora mergulhava de cabeça no chão. Jogou a tal pomada e resolveu voar pra pegar. Complexo de homem-aranha talvez. O fato é que bateu a testa e o nariz. Mamãe pegou, chacoalhou, beijou, sentou porque as pernas ficaram moles e não me obedeciam. Liguei pra vó, levei a cria pra tomar um ar, e quando minhas pernas recobraram a força, lá fomo nós pro PS. De novo e mais uma vez (tô sócia do hospital).  
Feitos os exames, tudo certo. Eita coquinho duro tem esse moleque.   No final da tarde enquanto esperávamos a médica nos liberar, PL fazia tanta bagunça na sala de espera que as pessoas deviam se perguntar o que que esse molequinho fazia no hospital, porque não tinha a menor pinta de doente. 
O fato é que algo estranho aconteceu. Meu filho caiu, ralou o nariz, foi pro hospital e eu NÃO me senti culpada. Notem bem: EU NÃO ME CULPEI. Não me martirizei como sempre faço. Porque se ele espirra eu acho que a culpa é minha que não agasalhei. Se passa meia hora do almoço dele eu acho que o menino vai morrer de fome por minha culpa. Mas sei lá o que houve, no tombo eu fiquei certa de que ele é só um menininho cheio de energia, rastejante-quase-engatinhante que me dá trabalho o dia todo. E eu sou uma simples mortal com 2 olhos e 2 braços. Humanamente incapaz de estar em todos os lugares ao mesmo tempo. 
Claro que eu sei que tenho que evitar essas coisas. Tombo é coisa séria. Mas isso não faz de mim uma monstra. 
Acho que o tempo tá me fazendo ver a situação de um ângulo melhor. Ou isso, ou enlouqueci mesmo e esqueceram de me avisar. 

P.S - Parabéns Filhão!!!!!!!!! Rumo ao primeiro aniversário!!!!!!! Amo-te!!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Um roedor em ação!

Agora que os dentinhos saíram de vez acho que bebê merece subir um degrau. Chegou a hora dos pedaços. Neste momento ele rói deliciosamente um pedaço de maçã. Docinha e suculenta (eu sei porque comi uma metade...Rá!).
Eu confesso que meio paranoica que sou já tentei umas 3 vezes tirar o pedaço de fruta do moleque e lavar. Porque ele deixa cair em cima do edredon várias vezes. Mas ele não concorda muito em largar pra lavar não. Tá ali com a boquinha toda trabalhada na caquinha de maça. 
Lagriminhas de emoção por mais um marco de independência. Será o fim da maçã cozida e servida de colherzinha? Oh céus...
Sabe o que é mais fofo? Ele oferecer a fruta pra mamãe. E fica feliz quando eu finjo que tou mordendo também. 
Meu pequeno gênio crescendo...e na falta de assunto pra este blog, fica registrado o primeiro pedaço de maçã. 

(P.S - Sei que muita gente acha tarde - ele já tem 9 meses - mas eu considerei que não é necessário apressar o crescimento. Não permiti pedaços de nada enquanto não saísse os dentes. A pediatra apoiou e considerou correto.) 

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Oi...ainda tem alguém aqui?

Oi Gentes!!!

Se alguém ainda lembra de mim levanta o dedinho e diz "euuu!!"

Sou eu gentes! A mãe louca e descontrolada que sumiu daqui há seculos sem maiores explicações. Explico agora: Eu andei meio na corda bamba sobre continuar com o blog ou não. Motivos pessoais. Canseira mesmo, insatisfação comigo e com a dedicação que antes eu tinha com meus projetos e agora não tenho mais. Falta de vontade. Preguiça. Frustração. Tudo junto. Acordei um dia e quase dei um del e chutei tudo de uma vez. Mas já prevendo que podia me arrepender, preferi dar um tempo. 
Ocorre que estou tentando reorganizar minha vida pra voltar a me dedicar ao que gosto. Como disse pra uma amiga, estou tentando me reinventar. Tá difícil o negócio, é o que tenho pra dizer nesse momento. 
Mas vamos em frente. 
Ontem meu celular travou e eu tirei a bateria. No que eu coloquei de volta, sem querer desencaixei o cartão de memória. Quando liguei o celular quase caí dura. Havia sumido TODAS as fotos e TODOS os vídeos do meu bebê. Surtei. Mandei torpedo pro marido tremendo. Nisso, abri de novo o aparelho e vi que o cartão tava solto por isso não achava as fotos salvas nele. Por que contei isso? 
Por que quando pensei que tinha perdido um monte de bons momentos do filhote e que NUNQUINHA eu veria de novo eu fiquei muito triste e uma ficha caiu. Ainda que ninguém leia, ainda que gente fantasma que nunca se apresente leia, ainda que pessoas queridas não leiam, ainda que anônimos critiquem, ainda que tudo. Ainda assim o blog é uma lembrança de um momento único na minha vida. Mais que isso. Já foram tantos momentos aqui relatados, que é a lembrança da minha história muitas vezes adoçada com comentários de gente muito querida.E Eu leio. Eu recordo. Eu choro que nem besta. 
Então ele continua. 
E pra atualizar:  Ó eu de visu novo:

Aqui natural, amassadinho com creme nas pontas. Fico devendo a foto com escova. 
E aqui, baby na sua mais nova paixão:

Desfocadinho que o moleque não para quieto! E sim, o brinquedo faz bastante barulho!
E juro que vou tentar atualizar o blog rapidinho! 
Agora me vou, que vou fazer azunha!!!!

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Saudade do que (ou quem) se foi

Foi há poucos dias. Ela voltou a um lugar e as lembranças se derramaram feito cachoeira. Naquele lugar ela foi feliz. E em muitos outros que voltaram a cabeça dela naquele instante. Mais do que o lugar, o momento vivido ali foi importante. E aquilo desencadeou uma insana saudade. 
Sentiu saudade do tempo que não volta mais. Saudade de ser apenas filha. Irmã. Aluna. Namorada. Saudade de ter sempre a comida feita e a casa limpa. Saudade de brigas e cumplicidade entre irmãs. Saudade de se esforçar pra ser a melhor aluna. Saudade de encontrar o namorado e passar o final de semana inteiro grudado. 
Sentiu saudade dos vinte e poucos anos. De sair de casa com o dia escuro e voltar, claro, com ele escuro de novo. 
Saudade de chegar muito cansada e trocar a janta pelo banho e cama. Saudade de jantar assistindo o Jô, naquela altura "Jô - Onze e meia". 
Saudade das sextas livres de uniforme. Saudade de comprar esmalte na perfumaria pra distrair a cabeça na hora do almoço. 
Saudade do cabelo bonito, brilhante e longo que ostentava anos atrás. Saudade da meia entrada no cinema. Saudade do cinema em si. Da pipoca. Da fila. 
Saudade da barriga chapada, do biquíni de cavalo-marinho, da canga que combinava com o biquíni. 
Saudade do fichário laranja abandonado ainda no início da faculdade porque ela nunca levou jeito com fichário. Sempre rasgava as folhinhas, ou perdia, ou tirava da sequência. Saudade dos milhões de livros que leu e hoje as histórias já não se lembra mais. 
Foi tanta saudade, de tanta coisa, de tanta gente que ela se assustou. Por que raios esse turbilhão de sentimentos? Sentiu-se culpada. Depois se acalmou. E entendeu que a saudade do passado não significa negar o presente. Significa apenas lembrar que mesmo com muitos tropeços ela foi e continua sendo muito vitoriosa. 

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Estamos bem !!!

Povo e Pova deste humilde bloguinho...

Vim avisar que baby já está bem! Graças a Deus!! Agradeço a quem orou, torceu, expectou...enfim, obrigada gentes!!!
Ele já tá o mesmo fofo risonho de sempre. E voltou a ser comilão! Eu cheguei a pensar que a cria nunca mais ia provar minhas papinhas e sopinhas! Mas passou!!!!

Voltarei em tempo oportuno pra falar mais! Ando um tanto desanimada em postar. Refletindo se ainda devo continuar por aqui.
Um beijo!!!!

terça-feira, 3 de abril de 2012

E com vocês, as papinhas!

Então né...eu já chorei as pitangas um montão sobre a amamentação do baby mas nunca comentei sobre a introdução de sólidos (e outros líquidos, rá!) - (Em tempo: o desmame completo ainda não aconteceu tá gentes? Vez ou outra eu ponho a cria no peito...um pouquinho de leite sempre tem e ele pega quando quer) - .
Bom, baby é um pequeno Lord, aceitou muito bem os suquinhos (menos o de mamão). Quando começamos com a papa doce foi aquilo de um tempinho pra se acostumar, logo virou fã incondicional da banana prata amassadinha! Parece um macaquinho! 
Com a papa salgada esse tempo está sendo maior. Ora aceita, ora recusa. 
Mamãe virou "a loca da papinha". Sério. Meu lema todos sabem, é o do Capitão Nascimento : - Missão dada é missão cumprida, parceiro! 
Então eu pirei. Nos primeiros dias eu cozinhava os legumes na hora de oferecer, todo dia a mesma coisa: panela de pressão, cozinha uma batata minúscula, um tequinho de cenoura, e tal, esmaga, esfria, serve, bebê cospe, mamãe se irrita...! Até que uma grande amiga (obrigada Cá, intimidade é tudo) me deu um conselho super delicado: - VOCÊ É LOUCA? FAZ PRA SEMANA E CONGELA, BESTA! TODO PEDIATRA VEM COM HISTORINHA DE "NÃO PODE CONGELAR" ... EU CONGELEI E MINHA FILHA TÁ AÍ, VIVA E BEM SAUDÁVEL!
Depois disso eu matutei e comecei a experimentar...fiz alguns potes e congelei. Deu certo, nenhuma reação. Fiz mais alguns. E daí virei "a loca da etiqueta". Etiquetando os potinhos pra saber o que tem dentro e não repetir o cardápio. Enfim. Mãe bitolada, a gente se vê por aqui. 
O fato é que bebê segue sua vidinha experimentando sabores novos diariamente. Vamos de papa salgada, frutinha, suquinho! O leitinho continua puro, sem nenhum engrossante! 
Tem dias que a operação papinha é um sucesso. Em outros tenho vontade de chorar e jogar a papinha longe (bom, isso eu já fiz). 
Mas assim vamos indo. Muito pesquisei pra saber se a recusa do baby era algo que eu estava fazendo, sei lá...a única coisa que pude constatar é que no início ele recusava comida porque eu estava dando muito leite nos intervalos. E 3 horas era pouco pra ele sentir fome novamente. Eu enfiava comida no menino, ele claro estava satisfeito e recusava. Quando eu entendi isso e diminuí o ritmo a coisa melhorou! 
 No que diz respeito a como preparar alimentos, quais alimentos oferecer cada um tem uma opinião. Nós seguimos a orientação da Pedi. Não trituramos os alimentos, esmagamos com o garfo. Usamos um fiapo de óleo e sal também, mas em pequena quantidade. Quase nada. Tomates sem pele e sem sementes, não deu nenhuma reação. 
 Eu só recomendo que se for congelar, use potes de vidro certo? Evitem plásticos por conta do Bisfenol que pode estar ali escondidinho no pote plástico. 
Então é isso! E vocês? Como tem administrado essa coisa de chefe de cozinha de um pimpolho de 6 meses?

sábado, 17 de março de 2012

A maternidade, o desemprego e a nova vida!!!

Eu protelei pra falar disso porque ainda dói. Sim, depois da minha licença eu tomei um pé. Demitida sem mais delongas. Mesmo que eu já esperasse isso, é besteira dizer que não doeu. Machucou muito. Sabe por que? Porque eu nunca saí de casa pra cumprir tabela no emprego e garantir um salário. Eu sempre saí vestindo a camisa do trabalho. Trabalhando com afinco e determinação. Com honestidade acima de tudo. Não cabe aqui detalhes da situação, o que cabe é dizer que me sinto um lixo. Jogada fora. Dona de casa em tempo integral?  Comofaz? Eu não sei e nem quero aprender! Nunca fiquei em casa vendo a banda passar. Acho pequeno, acho que EU posso mais, que sou mais que uma mulher que pede dinheiro pro marido pra comprar uma calcinha. Claro que pro bebê isso é ótimo. Ele precisa de atenção full time, mas isso é passageiro também, que logo ele vai crescer e desgarrar da mamãe. E até hoje não vi criança nenhuma morrer por ter que frequentar a "escolinha" desde bebê. Ao contrário, tenho vários resultados positivos com crianças de amigas. 
Muitas coisas ainda estão sendo pensadas, equacionadas, equilibradas. Eu tenho um diploma do qual nunca usufruí. Nada está perdido. Só eu. Eu me perdi nesta nova vida que parece um labirinto. Acordar sem ter pra onde ir, não ter que me arrumar, não escolher uma roupa, não sair pra almoçar e bater papo, não ver as novidades das vitrines, não ter uma sexta-feira pra amar (afinal todos os dias são iguais). Tudo isso tem sido pesado demais pra mim. 
Eu confesso que durante os meses de afastamento eu até cogitei pedir demissão pra cuidar do bebê (oi, meu nome é hormônio), mas logo desisti. E acho sinceramente que o direito de decidir isso era meu. Se dava pra trabalhar ou não, eu é que tinha que decidir. Enfim, não deu. Fica a lição, fica a experiência. E fica um milhão de coisas pra organizar. 
Eu me conheço. Sei que preciso de um período de luto pra depois voltar com força. Sempre precisei de um tempo pra enterrar meus mortos sabe? Pra curtir a fossa, e depois recomeçar. E vai ser assim agora também. Muitas vezes eu vejo as pessoas fazendo coisas e tenho vontade de estrangular. Mas depois passa. Minha irritação anda a mil. Minha acidez também. Mas sei que tudo vai passar. Porque a vida se encarrega disso pra gente. A vida ameniza as dores. Leva pra longe a cada dia um pouquinho mais. E se a vida leva a dor pra longe, Deus há de me trazer uma grande oportunidade de virar o jogo.
E agora eu preciso ir, porque meu novo patrão atende pelo nome de Pedro Lucas, acabou de completar 6 meses de vida e tá gritando por mim. Porque gritar e  balbuciar sílabas misturadas é o novo choro do menino! 

sexta-feira, 9 de março de 2012

Nós e a Sustentabilidade...

* Marido quer saber por que nosso porta sacolinhas está cheio de saquinhos coloridos, daqueles da feira (que não prestam pra muita coisa). Eu explico : 
- Amor, as sacolinhas foram proibidas. Eu tenho que acondicionar o lixo do banheiro em algum lugar né? Você não acha que eu vou comprar sacos de lixo para banheiro acha? 
(P.S - também vale guardar os saquinhos da feirinha dos supermercados. Quando for embalar seus produtos, dê um nozinho fácil de soltar e voilá...tens um saquinho pra lixeira do banheiro!)

** Minha cria tem apenas 5 meses e 29 dias, mas de tanto me ver acender e apagar a luz do quarto, quando está no meu colo e paramos perto do interruptor ele já estica a mãozinha em direção ao tal. Já pensa em economizar energia! Ó que prodígio eu tenho em casa!!!! 

*** A lei de Murph (?)  persegue os bem intencionados. Só pode! Eu tenho sacolas retornáveis há séculos e uso por livre e espontânea vontade. Sempre deu certo. Mas não é que na primeira compra que fizemos pós proibição de sacolinhas sei lá o que aconteceu mas meu iogurte vazou tudo? Ficou mal acondicionado e melecou um monte de coisas! 

**** Essa semana me senti A ecológica. Sempre achei um crime jogar óleo usado na pia, mas cadê que achava um posto de coleta? Juntava tudo e depois tinha que entregar pro caminhão coletor de lixo normal, até que agora, Uhúúúú´, o condomínio instalou um balde de coleta! Essa semana dei minha primeira contribuição! 

***** Também essa semana São Paulo ficou quase sem gasolina e afins. Era uma fila enorme nos postos, preços abusivos e tal. (Viva o prefeito!). E não é que eu e marido nem sabíamos o que tava acontecendo? Temos usado pouco o carro, e quando vimos a fila num posto ainda brinquei dizendo que devia ser promoção de águasolina, porque era um postinho bem fuleiro! Rá!!!! 

Viu? Minha família e eu também fazemos nossa parte! Ainda que de um jeitinho torto...nós colaboramos! E viva a vida sustentável. 

P.S - Só não me venha pedir pra economizar em banhos quentes tá? Que disso eu não abro mão!!!! Rá, de novo!!! 

sexta-feira, 2 de março de 2012

Fazendo boas compras para o seu bebê!!

Eu como toda mãe de primeira viagem adooooro comprar coisinhas pro baby. Quando estava grávida saia pra almoçar todos os dias no trabalho e voltava com um pacotinho. Um body, uma meia, um babador, qualquer coisa só pra dizer que tinha lembrado do filhote. 
Agora que o bebê está com quase 6 meses (Jáááááááááá????????????) eu já pisei no freio, vi que a gente compra um enxoval enorme e a maioria das coisas é bobagem. No entanto existem coisas que precisamos sempre comprar porque o uso é constante! Nisso, fraldas e lenços umedecidos são campeões. E são caros. Daí, da-lhe pesquisar preços. Nessas buscas encontrei no Facebook outro dia (por recomendação de uma amiga) o site baby.com.br . 
Encontrei preços bem legais e muitas promoções semanais que valem muito a pena! 
Não tou ganhando nada pra recomendar, viu? Mas acho válido compartilhar com outras mamães. 
Preços bons, entrega rápida, sem burocracia, site seguro!
Já conhece? Não???? Então sijoga amiga! Tem coisinhas lindas !!!!




terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Programas infantis na TV

Eu sou da geração anos 80. Cresci vendo Xuxa dando "xou", Angélica indo de táxi, vovó Mafalda, Fofão (!), e toda uma sorte de programas infantis que muita gente achava tosco. Depois que cresci me afastei deste universo de TV e me desatualizei principalmente da programação infantil. 
Agora com um baby em casa resolvi ver o que pegava. Então comecei a sapear os canais e me deu vontade de sentar e chorar. Tem um casal adolescente apresentando um programa infantil de forma sofrível, com um texto forçado e mal interpretado. Tem os canais da TV paga com uma cultura americanizada dura de engolir. Na boa? Decidi que meu filho não vai ver TV pra aprender a fazer brinquedo com comida. Que cultura é essa que ensina a desperdiçar alimento? E o que é aquela menina magrela com uma peruca rosa? E o parceiro dela, todo de azul? Que é aquilo minha gente? 
Tentei dar uma chance para os desenhos animados. Daí de cara encontrei "Caverna do Dragão". Rolou uma identificação na hora, uma lembrança nostálgica da infância. Pô, eu era fã desse desenho. Mas aí, assisiti 5 minutos e resolvi tirar. Como eu nunca percebi o quanto esse desenho tem coisas demoníacas? São formas, figuras, coisas feias de assistir. Tá certo que as maldades são bem fraquinhas mas as imagens são feias demais. Também descartei. 
E nessa busca por algo legal que vai entreter meu filhote em breve a coisa tá feia. Ou a atração é feia e violenta demais, ou é boba demais querendo pagar de educativa. 
Foi aí que eu tive uma ideia genial. CULTURA. Velha e boa TV Cultura. Com seu Cocoricó, Palavra Cantada, e demais atrações. Simples, barata e eficiente. Porque a minha geração viu a Xuxa, mas com certeza viu também o Bambalalão, o Castelo Rá Tim Bum, e o Lucas Silva e Silva, "diretamente do mundo da lua...." 
E vocês? Como pensam ou fazem a respeito da TV em suas casas? Conta aí....

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Registrando (o meu) cotidiano...

A pessoa vai  num casamento baphônico. Noiva com buquê e sapatos combinando no amarelo mais puro luxo, banda tocando a melhor marcha nupcial que ouvi na vida, madrinhas lindíssimas, cerimônia muito bem feita, e o que faz a pessoa siemocionar? Hã???  A moça grávida lá no auge do quinto pro sexto mês que sentou bem perto de mim. Fiquei olhando e senti uma saudade da minha barriga!!!! Pagando a língua, porque em algum momento aqui eu disse que não sentiria saudade do barrigão. Mentira!!! Quase chorei vendo a moça!!

Eu preciso desabafar. Os dentes (ou não dentes) do meu filho é o assunto do momento. O gurizinho coloca as mãos na boca, e por isso claro, baba. Daí o povo experiente que sabe tudo não pode me olhar que já vem "prevendo" que logo estoura os dentes do filhote. Mas é uma perseguição, um assunto repetitivo, uma falta de bom senso até, que já tá me deixando exausta. Puxa vida, logo vou lançar um concurso pra ver quem adivinha quando sairá o primeiro dentinho. Quem ganhar paga o dentista da criança até os 18 anos. Será que assim o povo sossega?

Depois de 4 meses criei vergonha na cara e tirei as sombrancelhas. Eu nem sei porque até hoje não havia feito isso. Mas os dias vão passando, a coisa vai se acumulando e zás, lá estou eu de monocelha! Deixa eu contar que me senti tão bem....até fiquei com vontade de usar maquiagem de novo...porque sombrancelhuda nem dá graça. 

Ainda sobre o casamento baphônico, bebê não curtiu a festa não. Nos primeiros acordes da festa (funk....nem tudo é perfeito) ele chorou como se não houvesse amanhã! E aí a festa acabou pra mim, porque né...dá um negócio na gente ver o bebê sofrer, que não rola festa nenhuma! Acabou antes do prato principal...aliás, fiquei só no petisquinho de entrada mesmo! 

Outro dia uma mulher viu a cabeça do bebezico e disse que meu próximo bebê será uma menina. Base científica? O rodamoinho do nenê que é virado pro lado (??????). Eu sorri né....e estou tentando até agora entender o porque. Mas é aquilo. Cultura popular não se discute! Rá!!! 

Mas a melhor de todas mesmo, foi semana passada que ouvi. A mocinha estava aqui em casa e dispara: "Mas como você aguenta ficar o dia todo trancada aqui sem fazer nada?" Hãããã??? Comassim? SEM FAZER NADA O DIA INTEIRO??? Vamos recapitular rapidamente:  Bebê mama a cada 3 horas. Em 2 intervalos tem suquinhos. A cada mamada, uma troca de fralda. Se ele faz surpresa, a troca acontece antes. Tem que banhar. Cuidar, ninar, brincar, estimular. E cuidar da casa juntamente com tudo isso. Ele chora pedindo atenção. A pia cheia de louça também. Ele quer brincar. Os banheiros sujos não ficam de brincadeira. Tenho um marido pra dar atenção. Uma família. Uma vida pessoal (oi - sou mulher). E então? Vocês também acham pouco???? (Gentileza concordar comigo! Rá!!)

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Missão do dia - versão Sonho e versão Realidade

Agora que BB está se aventurando no reino dos suquinhos (Já pode experimentar 4 sabores, dos quais gostou de 3 - mas o mamão ele repudia) mamãe tem uma tarefa simples. Comprar as frutinhas frescas e de boa qualidade para os suquinhos do baby. Como diria o Capitão Nascimento, "missão dada é missão cumprida", but,  não sem antes mamãe confrontar o sonho dela com a realidade vivida. Acompanhe: 

Sonho: Feira começa na esquina de cima de casa. Eu vou comprar somente as frutas do baby. Então, ele vai no carrinho, eu saio do prédio pela rampa de acesso para deficientes. Vou, compro quatro ou cinco coisinhas e coloco no cesto que fica em baixo do carrinho. Em 20 minutos estou de volta. O tempo está fresquinho e o sol não está aberto. 

Realidade: Feira começa na esquina de cima de casa. (Mas é uma pequena subida. Só notada por quem a faz. Olhando nem parece. Incrível). Eu vou comprar somente as frutas do baby. (Com essa chuva que não cessa, achar frutas boas é missão quase impossível - sem falar dos preços)  Então, ele vai no carrinho, eu saio do prédio pela rampa de acesso para deficientes. (O carrinho tem rodinhas com vontade própria. Eu viro as danadas pra um lado, elas vão pra outro e eu fico na rua com cara de idiota que não consegue dirigir um carrinho de bebê. Ah, eu cheguei na saída da rampa e descobri que o portão estava quebrado. Tive que voltar e sair pela escada, levantando o carrinho no braço, ajudada pelo porteiro). Vou, compro quatro ou cinco coisinhas e coloco no cesto que fica em baixo do carrinho.  (Pootz, melão, laranja e mamão pesam né? Eu nunca tinha reparado). Em 20 minutos estou de volta. (Na verdade foram uns 35 minutos). O tempo está fresquinho e o sol não está aberto. (Tá um baita mormaço e BB e eu chegamos com meio palmo de língua pra fora). 

Resultado: Mesmo que a realidade não tenha sido como imaginei, missão cumprida. Quando eu consigo encaixar a criança nas minhas antigas rotinas eu me sinto poderosa!!! Uhúúúú!!!!!!!!!!

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Bola pra frente que o futuro chegou!!

E então dezembro se foi e levou com ele as festas, feriados e afins!!! Então, paremos de sonhar e vamos realizar, que como diz a música, "o futuro já começou". Neste ano eu espero: 

* Voltar a vestir 38, já que o 40 fica meio folgado, e não existe 39 (no momento o 38 ri da minha cintura).
** Que minha vida profissional se resolva. De verdade.
*** Que minha sombrancelha volte a ser o que era antes do parto. Porque monocelha já caiu de moda faz tempo!!
****  Aprender a faxinar a casa e cuidar do bebê. Ao mesmo tempo. Alguém tem dicas? (também serve o telefone da sua diarista....)
***** Parar mais em casa. Assumir menos compromisso. 
****** Que eu possa registrar e guardar pra sempre na memória o sorriso pós mamada do filhote!!!!
******* Descobrir uma hidratação que funcione nesta palha que já foi cabelo.

Enfim....desejo muito mais. Pra mim e pra você. Tudo de bom, de alegre!! Tudo com gosto de cereja, de coca-cola e chocolate.